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Mensagem por lscunha Sab Out 09 2010, 16:51

corriam os anos da década de 60 e eu tambem corria das cavalarias e jatos de anilina vermelha dos urutus, pelas ruas do centro do rio.

por outro lado, dentro de mim, cada vez mais crescia a admiração pelo movimento sindical nascido em são paulo, cuja a atividade nômade que eu exercia como engenheiro de uma estatal, trabalhando nos laboratórios das diversas fábricas produtoras de equipamentos eletrônicos, conviví com seus operários, o que me levou anos mais tarde, já morando em recife, para onde a sede da empresa se transferiu, a participar da formação do prtido dos trabalhadores naquele estado.

as reuniões e os debates, me levaram a certeza, que a única intenção dos que ali estavam e, principalmente das lideranças paulistas que compareciam nessas reuniões, não era a formação de um país para combater as mazelas, mas para tomar o poder.

decepcionado, abandonei o movimento, mas a simpatia pela figura do barbudinho lula, pela coragem em se expor, permaneceu.

através da leitura diária da folha de são paulo, que adquiria na banca, ao voltar do trebalho, me mantinha informado sobre o crescimento do movimento de anistia e eleições já e comemorei a eleição do tancredo, pois apesar de ter sido uma eleição por parte do congresso, que representava o povo, já havia sido estabelecido que o retorno das eleições ocorreria.

nesse clima de euforia, mesmo tendo ocorrido a morte do tancredo e o sarnei assumido, se sentia no ar o "sopro democrático".

com a eleição que formou a assembléia constituínte, para elaborar o que vem a ser a constituição de 1988, coordenada pelo saudoso ulysses guimarães, a quem o povo foi titalmente ingrato, por sua história política, a sufragar na eleição a que concorreu, somente 0.89% de votos a seu favor, tive o prazer de ver lula entre os constituíntes, eleito que foi pelo povo de são paulo, com maioria de votos, deputado federal.

aqui começa minha segunda decepção, pois o vossa excia luiz ignácio da silva, exata uma semana mais jovem que eu, ao longo de 4 anos de exercício parlamentar, compareceu a menos de 10 sessões parlamentares e não encaminhou nenhum pedido de lei, mas tão somente articulou com o objetivo de consolidar o pt, como um partido de oposição.

claro que percebí, que não estava diante do republicano, que eu imaginava, mas de um oportunista em causa própria.

os anos seguintes, pelas informações obtidas em leituras diversas e pela postura de seus representantes políticos, me apontam que não possuem um plano político que atenda o coletivo, mas tão somente o de permanecer no poder.

claro que o respeito pelo voto e pela maneira que alguns amigos do debate, se colocam a favor do partido dos trabalhadores, tem que ser respeitada, por aqueles que se aferem democratas, como eu, mas é em nome dessa democracia que tambem tenho o direito de expor minha posição política.

a maneira certa de me enxergarem é como apartidário, mas com idéias favoráveis as causas coletivas e ambientais, sem radicalismo e a favor da alternância de poder, mas aceitando a permanência, se assim for a vontade da nação, manifestada através de pleitos democráticos, justos e perfeitos.

estou numa sinuca de bico, pois discordante do objetivo petista, repudio a soberba e entreguismo do psdb, que ao meu ver é danosa ao país.

minha racionalidade me aponta a anulação do voto, mas meu patriotismo me incita em assumir, pelo menos, o que eu acho menos mal para o brasil.

essa agonia, que levarei até o segundo turno, clama por ajuda e penso que argumentos decorrentes de visões mais inteligentes e sensatas dos amigos aqui do debate, funcionariam como uma espécie de "mais valia" para mim.

sou todo ouvidos.

abraços,

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Mensagem por Bianco Qua Out 13 2010, 07:50

Prezado lscunha.
Importante a sua citação quanto ao respeito que se deve à democracia e saliento que minha participação aqui não visa o conflito com nenhum dos amigos do forum, é apenas uma opinião.
Também sou apartidário, mas confesso que entre os que se apresentam nessa reta final do pleito, não me agrada nem um pouco o retorno do PSDB ao poder.
É certo que não vivi os anos em que as pessoas tinham mais consciência política (pelo menos iam para as ruas lutar por seus direitos), mas o que acompanhei até hoje e o que diretamente se refletiu em minha vida, principalmente profissional, me leva a crer que o modelo petista ainda é melhor.
Vale ressaltar que em ambos os governos, a corrupção e os escandalos são os mesmos mudando apenas os personagens e talvez, digo talvez, nesses últimos 8 anos as coisas tenham sido até mais transparentes.
Hoje recebi o seguinte texto, não sei quem foi o autor, mas que me fez voltar um pouquinho no tempo e lembrar que no período do governo FHC, fiquei desempregado e passei por poucas e boas que graças a Deus superei e me fizeram crescer.

""Vou votar no Serra, do PSDB.

Cansei de ir ao supermercado e encontrá-lo cheio. O alimento está barato demais.No Governo FHC não era assim!
O salário dos pobres aumentou, e qualquer um agora se mete a comprar, carne, queijo, presunto, hambúrguer e iogurte.No Governo FHC não era assim!
Cansei dos bares e restaurantes lotados nos fins de semana. Se sobra algum, a gentalha toda vai para a noite. Cansei dessa demagogia.No Governo FHC não era assim!
Cansei de ir em Shopping e ver a pobreza comprando e desfilando com seus celulares.No Governo FHC não era assim!Só íamos nós, os ricos.
O governo reduziu os impostos para os computadores. A Internet virou coisa de qualquer um. Pode? Até o filho da manicure, pedreiro, catador de papel, agora navega...No Governo FHC não era assim!
Cansei dos estacionamentos sem vaga. Com essa coisa de juro baixo, todo mundo tem carro, até a minha empregada. "É uma vergonha!", como dizia o Boris Casoy, aquele que, como eu, detesta garis. Com o Serra os congestionamentos vão acabar, porque como em S. Paulo, vai instalar postos de pedágio nas estradas brasileiras a cada 35 km e cobrar caro. Essa é a política do PSDB.
Quero aumento da gasolina na calada da noite.No Governo FHC não era assim!
Cansei da moda banalizada. Agora, qualquer um pode botar uma confecção. Tem até crédito oferecido pelo governo. O que era exclusivo da Oscar Freire, agora, se vende até no camelô da 25 de Março e no Brás. Vergonha, vergonha, vergonha...
No Governo FHC não era assim!
Cansei dessa coisa de biodiesel, de agricultura familiar. O caseiro do meu sítio agora virou "empreendedor" no Nordeste. Pode?Agora estou sem empregado.
Cansei dessa coisa assistencialista de Bolsa Família. Esse dinheiro poderia ser utilizado para abater a dívida dos empresários de comunicação (Globo, SBT, Band, RedeTV, CNT, Folha SP, Estadão etc.). A coitada da "Veja" passando dificuldade e esse governo alimentando gabiru em Pernambuco. É o fim do mundo.No Governo FHC não era assim!A Globo e a Veja sempre se davam muito bem!!
Cansei dessa história de PROUNI, que botou esses tipinhos, sem berço, na universidade. Até índio, agora, vira médico e advogado. É um desrespeito... Meus filhos, que foram bem criados, precisam conviver e competir com essa raça.Quanta misturada!!
Cansei dessa história de Luz para Todos. Os capiaus, agora, vão assistir TV até tarde. E, lógico, vão acordar ao meio-dia. Quem vai cuidar da lavoura do Brasil? Diga aí, seu Lula...Quem vai trabalhar pra mim?No Governo FHC não era assim!
Cansei dessa história de facilitar a construção e a compra da casa própria (73% da população, hoje, tem casa própria, segundo pesquisas recentes do IBGE). E os coitados que vivem de cobrar aluguéis? O que será deles?No Governo FHC não era assim!
Cansei dessa palhaçada da desvalorização do dólar. Agora, qualquer um tem MP3, celular e câmera digital. Qualquer umazinha, aqui do prédio, vai passar férias no Exterior. É o fim...No Governo FHC não era assim!
Vou votar no Serra. Cansei, vou votar no Serra, porque quero de volta as emoções fortes do governo de FHC, quero investir no dólar em disparada e aproveitar a inflação. Investir em ações de Estatais quase de graça e vender com altos lucros.
Chega dessa baboseira politicamente correta, dessa hipocrisia de cooperação. O motor da vida é a disputa, o risco...
Quem pode, pode, quem não pode, se sacode. Tenho culpa eu, se meu pai era mais esperto que os outros para ganhar dinheiro comprando ações de Estatais quase de graça? Eles que vão trabalhar, vagabundos, porque no capitalismo vence quem tem mais competência. É o único jeito de organizar a sociedade, de mostrar quem é superior e quem é inferior.
Eu ia anular, mas cansei! Basta! Vou votar no Serra. Quero ver essa gentalha no lugar que lhe é devido.Como o Serra,Não gosto de pobre!!!Quero que,como no Governo FHC, os ricos vivam separados dos pobres

Quero minha "felicidade" de volta!!! ""
Grande abraço.
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Mensagem por gbarata Qua Out 13 2010, 16:47

LSCunha,

Não gosto de nenhum dos 2, tenho vontade de anular o voto... Porém, volto Dilma. É difícil explicar porquê, principalmente pelo fato de que, pra mim, ela é um marionete.
Mas esse artigo, que saiu no O Estado de São Paulo explicou muito bem o que eu sinto.
Detalhe: A colunista foi demitida depois de publicar esse artigo.




Dois pesos
O Escrevinhador
7 de outubro de 2010 às 12:12h

Publicado no jornal o Estado de S. Paulo, o artigo Dois pesos desagradou à direção da empresa. Foto: Damião A. Francisco/ divulgação

Por Maria Rita Khel*

Este jornal teve uma atitude que considero digna: explicitou aos leitores que apoia o candidato Serra na presente eleição. Fica assim mais honesta a discussão que se faz em suas páginas. O debate eleitoral que nos conduzirá às urnas amanhã está acirrado. Eleitores se declaram exaustos e desiludidos com o vale-tudo que marcou a disputa pela Presidência da República. As campanhas, transformadas em espetáculo televisivo, não convencem mais ninguém. Apesar disso, alguma coisa importante está em jogo este ano. Parece até que temos luta de classes no Brasil: esta que muitos acreditam ter sido soterrada pelos últimos tijolos do Muro de Berlim. Na TV a briga é maquiada, mas na internet o jogo é duro.

Se o povão das chamadas classes D e E – os que vivem nos grotões perdidos do interior do Brasil – tivesse acesso à internet, talvez se revoltasse contra as inúmeras correntes de mensagens que desqualificam seus votos. O argumento já é familiar ao leitor: os votos dos pobres a favor da continuidade das políticas sociais implantadas durante oito anos de governo Lula não valem tanto quanto os nossos. Não são expressão consciente de vontade política. Teriam sido comprados ao preço do que parte da oposição chama de bolsa-esmola.

Uma dessas correntes chegou à minha caixa postal vinda de diversos destinatários. Reproduzia a denúncia feita por “uma prima” do autor, residente em Fortaleza. A denunciante, indignada com a indolência dos trabalhadores não qualificados de sua cidade, queixava-se de que ninguém mais queria ocupar a vaga de porteiro do prédio onde mora. Os candidatos naturais ao emprego preferiam viver na moleza, com o dinheiro da Bolsa-Família. Ora, essa. A que ponto chegamos. Não se fazem mais pés de chinelo como antigamente. Onde foram parar os verdadeiros humildes de quem o patronato cordial tanto gostava, capazes de trabalhar bem mais que as oito horas regulamentares por uma miséria? Sim, porque é curioso que ninguém tenha questionado o valor do salário oferecido pelo condomínio da capital cearense. A troca do emprego pela Bolsa-Família só seria vantajosa para os supostos espertalhões, preguiçosos e aproveitadores se o salário oferecido fosse inconstitucional: mais baixo do que metade do mínimo. R$ 200 é o valor máximo a que chega a soma de todos os benefícios do governo para quem tem mais de três filhos, com a condição de mantê-los na escola.

Outra denúncia indignada que corre pela internet é a de que na cidade do interior do Piauí onde vivem os parentes da empregada de algum paulistano, todos os moradores vivem do dinheiro dos programas do governo. Se for verdade, é estarrecedor imaginar do que viviam antes disso. Passava-se fome, na certa, como no assustador Garapa, filme de José Padilha. Passava-se fome todos os dias. Continuam pobres as famílias abaixo da classe C que hoje recebem a bolsa, somada ao dinheirinho de alguma aposentadoria. Só que agora comem. Alguns já conseguem até produzir e vender para outros que também começaram a comprar o que comer. O economista Paul Singer informa que, nas cidades pequenas, essa pouca entrada de dinheiro tem um efeito surpreendente sobre a economia local. A Bolsa-Família, acreditem se quiserem, proporciona as condições de consumo capazes de gerar empregos. O voto da turma da “esmolinha” é político e revela consciência de classe recém-adquirida.

O Brasil mudou nesse ponto. Mas ao contrário do que pensam os indignados da internet, mudou para melhor. Se até pouco tempo alguns empregadores costumavam contratar, por menos de um salário mínimo, pessoas sem alternativa de trabalho e sem consciência de seus direitos, hoje não é tão fácil encontrar quem aceite trabalhar nessas condições. Vale mais tentar a vida a partir da Bolsa-Família, que apesar de modesta, reduziu de 12% para 4,8% a faixa de população em estado de pobreza extrema. Será que o leitor paulistano tem ideia de quanto é preciso ser pobre, para sair dessa faixa por uma diferença de R$ 200? Quando o Estado começa a garantir alguns direitos mínimos à população, esta se politiza e passa a exigir que eles sejam cumpridos. Um amigo chamou esse efeito de “acumulação primitiva de democracia”.

Mas parece que o voto dessa gente ainda desperta o argumento de que os brasileiros, como na inesquecível observação de Pelé, não estão preparados para votar. Nem todos, é claro. Depois do segundo turno de 2006, o sociólogo Hélio Jaguaribe escreveu que os 60% de brasileiros que votaram em Lula teriam levado em conta apenas seus próprios interesses, enquanto os outros 40% de supostos eleitores instruídos pensavam nos interesses do País. Jaguaribe só não explicou como foi possível que o Brasil, dirigido pela elite instruída que se preocupava com os interesses de todos, tenha chegado ao terceiro milênio contando com 60% de sua população tão inculta a ponto de seu voto ser desqualificado como pouco republicano.

Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabeça acima da linha da mendicância e da dependência das relações de favor que sempre caracterizaram as políticas locais pelo interior do País, dizem que votar em causa própria não vale. Quando, pela primeira vez, os sem-cidadania conquistaram direitos mínimos que desejam preservar pela via democrática, parte dos cidadãos que se consideram classe A vem a público desqualificar a seriedade de seus votos.

*Matéria originalmente publicada no jornal O Estado de S. Paulo e reproduzida do site O Escrevinhador
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Mensagem por Bianco Qui Out 21 2010, 08:36

Meus amigos,
Estou me dirigindo a quem conheço e que, creio, gostaria de ouvir minha opinião sobre o quadro político atual. Se não este for o caso, peço, antecipadamente, minhas desculpas.
Estou me aproximando dos 70 anos e acompanho a vida política nacional há mais de 50 anos. Isso não quer dizer que seja dono da verdade, mas me oferece alguma convicção de que meus amigos gostariam de conhecer minha visão.
Sou professor da UFRJ há 45 anos, estou me aposentando por idade, fui Presidente do Clube de Engenharia por dois mandatos de três anos, de 1994 a 1997 e de 2003 a 2006, além de ter exercido alguns cargos públicos nessas décadas.
Vivi os Governos JK, Jango, o Golpe Militar, a luta pela redemocratização, o fim da ditadura, Sarney, Collor, Itamar, FHC e Lula. Vi o orgulho brasileiro crescer com JK, o medo e as tristezas da ditadura, e esperança da redemocratização, o desânimo da falta de resultados dos governos democráticos. Vi os engenheiros abandonarem sua profissão e fazerem concurso para fiscal de rendas por falta de oportunidade. Visitei a Verolme, como Presidente do Clube de Engenharia, no meu primeiro mandato, e encontrei enorme ociosidade, vendo um deserto onde deveria haver trabalhadores.
Nunca fui do PT. Mas não sou cego!!! O Governo Lula é o melhor governo de que me lembro, incluindo os anos JK. O Brasil voltou a crescer, faltam engenheiros diante da atual retomada do desenvolvimento. É inegável que o povão está comendo mais e melhor. Esta havendo uma indiscutível distribuição de renda.
Falando do que conheço mais de perto, as universidades federais receberam recursos como há muitos anos não viam. E ainda falta investir muito em saúde e educação.
Cresce no mundo o respeito pelo nosso país. Estive, neste último ano, na China, em Genebra, em Paris e em Portugal. Quando me dizia brasieliro, não em falavam de futebol, carnaval ou Pelé. Todos se referiam ao Presidente Lula, com admiração e respeito.
Não vamos andar para trás.
Vou dar dois exemplos emblemáticos.
1- Nossa Petrobras voltou a se fortalecer,  após anos em que não fazia mais nem os concursos anuais. Ela garantiu nossa autosuficiência em petróleo, descobriu o pré-sal e vai se tornando uma das maiores empresas do mundo, com domínio tecnológico e sendo instrumento de nossa independência e soberania. A atitude do Presidente Lula, retirando as áreas do Pré-sal do processo de licitações foi das posturas mais importantes que um presidente brasileiro já teve. Não tivesse tido a coragem de retirar essas áreas e hoje estaríamos discutindo se iríamos romper ou não esses contratos, pois o petróleo do Pré-sal já seria das mutlinacionais do setor.
2- Quando condenamos os processos de privatização dos governos FHC, vem o exemplo de que se não tivéssemos privatizado as telefonias, hoje estaríamos usando telefones fixos e não os celulares que se espalharam. Os celulares seriam vitória das privatizações FHC. Parece mentira, mas afirmam isso sem rir!!! Os celulares são resultado dos avanços da microeletrônica, que nos trouxe os microcomputadores, as agendas eletrônicas, a Internet e os celulares entre tantas outras coisas. Há celular no mundo todo: Zâmbia, Bolívia, El salvador, Moçambique, Índia, Nigéria, África do Sul, China, Alemanha, México, etc... Não foram as privatizações que viabilizaram os celulares, foi a Revolução Tecnológica que atingiu o mundo todo.
Meus amigos, a mentira precisa ser respondida com fatos. Nunca fui do PT, mas não sou cego. Este é o melhor governo de que me lembro. Quero que ele avance mais e não que retroceda.
Por isso e muito mais, voto em Dilma.
Um grande abraço,

Raymundo de Oliveira
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